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Oscar 2020 | Petra Costa, Brad Pitt e Leonardo DiCaprio Almoçam juntos

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Todo ano o Oscar organiza um almoço de confraternização entre os indicados ao premio. A indicada representante do Brasil pelo documentário Democracia em Vertigem esteve presente no evento. Como resultado houveram inúmeras fotos dela com alguns dos também indicados ao Oscar.

Petra disse que teve a oportunidade de conversar com Dicaprio, muito conhecido por sua luta no ativismo e ajuda a Amazônia.

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Que dia ♥️ gratidão imensa por todos que plantaram esse filme conosco 🌱 Fomos no almoço do Oscar (foto 2) com nossos produtores Joanna Natasegara, Shane Boris, Tiago Pavan e nossos convidados de honra, Sonia Guajajara (a incrível líder indigena) e Lawrence Bender produtor entre outras obras primas de Reservoir Dogs. Com @leonardodicaprio falamos da Amazônia e agradecemos ele por tudo que ele tem feito. E a última fotinho com todas as diretoras nomeadas na categoria de melhor documentário celebrando a força das mulheres 👊🏾 Julia Reichert, @waadalkateab and @tamarakotevska ****** What a day ♥️ gratitude to all who planted this film with us 🌱 We went to the Oscar lunch (photo 2) with our producers Joanna Natasegara, Shane Boris, Tiago Pavan and our guests of honor, Sonia Guajajara (the incredible indigenous leader) and Lawrence Bender producer, among other masterpieces, of Reservoir Dogs. With @leonardodicaprio we talked about the Amazon rainforest, we thank him for everything he has done. And the last photo with all the directors nominated in the category of best documentary celebrating the strength of women 👊🏾 Julia Reichert, @waadalkateab and @tamarakotevska Styling @andersonrodriguez make @romuloflores #democraciaemvertigem #theedgeofdemocracy Thank you @heartofj @glenn.silber @pameladyates @juliapacetti @cressly300

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Nuevo Cine e a busca pela identidade latinoamericana

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Cena do filme "El Viaje" (1992), de Fernando Solanas

A narrativa da América Latina como unidade cultural, política e social não é novidade para ninguém. A ideia teve seus primeiros partidários ainda no início do século XIX, endossada nos meados do século por nomes como Símon Bolívar e San Martin, e desde sempre imbuída de caráter anti-imperialista. Contudo, inicialmente, o Brasil ainda figurava fora desta ideia devido ao contexto social e cultural diferente dos demais territórios. Língua e momentos políticos distantes de seus vizinhos no momento em que a narrativa estava sendo gerada levou à “exclusão” do nosso país diante da ideia de unidade. A aproximação da terra tupiquinim ao bloco só veio no ano de 1870, com o Manifesto Republicano, que propunha o estreitamento de laços com as repúblicas hispano-americanas. No ano de 1889, com a Proclamação da República, o Brasil começa a desenvolver relações com outros países sul-americanos. Porém, foi apenas na década de 50 o nascimento do pensamento de uma América Latina identitária tal qual conhecemos hoje.

Preocupados em garantir sua hegemonia diante da expansão comunista e de uma possível influência do Nazismo e no Fascismo na “outra América” no período pós-guerra, os Estados Unidos passaram a desenvolver ações de intercâmbio para a aproximação dos continentes. Aqui, não se levou em conta as diferenças entre Brasil os demais países que compunham o bloco, endossando, assim, o pensamento de unidade continental. Outro fator importante foi a política externa de Vargas em seu segundo governo, mantida até João Goulart ser derrubado pelo golpe de 64, que criou relações com Cuba após a revolução e com outras nações consideradas de terceiro mundo, dando lugar para que o Brasil ganhasse mais espaço dentro da ideia latinoamericana. Dentro desta concepção, começou, então, a ser pensado o processo de formação e a realidade política e histórico-cultural destas nações em suas semelhanças: colonialismo, ciclos governamentais, povos indígenas originários, formação religiosa predominantemente católica, etc.

O cinema, por sua vez, foi diretamente influenciado pelo pensamento de unidade da América Latina. O cineastas avistaram a possibilidade de distanciamento do imperialismo norte-americano, além da libertação dos estúdios hollywoodianos que ditavam as regras dos processos filmográficos e das narrativas da 7ª Arte, consequência do colonialismo cultural. Este projeto figurava dentro de uma ideia maior de revolução política em que os cineastas usariam sua voz para participar e potencializar. 

O Nuevo Cine Latinoamericano, alcunhada criada por seus próprios idealizadores, foi formado por artistas que compunham as mais diversas correntes ideológicas e que utilizavam dos mais diversos formatos de produção. Sendo assim, suas características eram pouco palpáveis, possuindo como eixo de ligação a narrativa de libertação tricontinental proposto pela Organização de Solidariedade com os Povos da Ásia, África e América Latina (OSPAAAL), em 1966. Portanto, abarcava todas as obras que cabiam dentro da temática revolucionária latinoamericana e se colocava a favor e em favor das lutas revolucionárias. A pluralidade da produção era vista como expressão da diversidade de um projeto a nível continental.

O pensamento chefe deste movimento cinematográfico como parte integrante de uma revolução maior era a criação de uma América Latina nova, que geraria novos cidadãos formados na luta e pela luta. A divisão entre o que era considerado cinema velho e cinema novo dizia respeito ao posicionamento atuante diante das injustiças sociais. Segundo Aldo Francia, criador do Festival Viña Del Mar, cuja primeira edição foi um dos marcos centrais do Nuevo Cine Latinoamericano, “O Cinema Novo provoca a união com a terra e a rebelião contra a injustiça. O Cinema Velho disfarça a realidade com o estrangeirizante e adormece o instinto de rebelião mediante o entretenimento sadio do espectador”.

Entre o fim dos anos 60 até meados dos anos 70, a periodicidade dos festivais em que participavam os principais nomes do Nuevo Cine tornou-se cada vez mais espaçada devido aos golpes políticos sofridos pelos países do continente. Esta realidade custou a anulação de diversos projetos e o exílio e morte de alguns cineastas, como Jorge Müller e Raymundo Gleyzer. Em 1979, criou-se em Cuba o Festival do NCL de Havana, porém os projetos revolucionários e de guerrilha já haviam perdido força e, consequentemente, a proposta do NCL. 

Em 1981, Fernando Birri, considerado o pai do movimento, reconheceu o enfraquecimento do Nuevo Cine Latinoamericano. Para ele, os filmes que então reivindicavam a alcunha de “revolucionários” repetiam o tradicionalismo contra o qual o NCL se opunha. A única maneira de manter vivo o projeto seria a constante reinvenção de ideologias e formas cinematográficas.

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Preconceito Racial na Mídia

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Dando continuidade a série de vídeos do nosso canal.

Nesse episódio vamos falar sobre o famoso caso do Uncle Tom (Pai Remus), onde é tipo servil e leal ao homem branco. Será que ele sempre foi assim?

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CBLoL Adiado por Conta das Chuvas

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Nesse vídeo vemos o motivo de CBLoL ser adiado e quando ele voltará. Fora essa noticia, o vídeo mostra várias outras do mundo da tecnologia e afins.

Assine o canal do Marmitex Tv no Youtube e acompanhe de segunda a sexta.

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