6 Fatos interessantes sobre o espaço

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Expanding universe
Expanding universe

Vivemos na adrenalina e na correria do dia-a-dia, e mal paramos para meditar sobre nossa vida ou nossa existência. Você já parou pra pensar o que existe ou como é o universo em si? Pois é, coisas surpreendentes estão acontecendo ”lá fora”. Muitas delas fogem da nossa compreensão. Há fenômenos impressionantes como o nascimento de novos planetas, e fenômenos extremos, que fazem o espaço e o tempo perderem o sentido.

Aqui está uma lista dessas maravilhas do cosmos.

O nascimento de uma estrela

O nascimento de uma estrela
Impressão artística de disco circunstelar e a saída de uma nova e maciça estrela do tipo O. Crédito de imagem: ESO / L. Calada.

As estrelas são formadas quando há alguma instabilidade em nuvens de poeira e gás no espaço, que por muitas vezes são causadas por supernovas (explosões de estrelas que chegam ao fim de suas vidas), colisões de galáxias, etc. A partir dai, a matéria se aglomera mais e mais, e começa a colapsar-se pela força gravitacional. Quando a futura estrela consegue realizar o equilíbrio hidrostático, uma protoestrela é formada, a sua volta ainda restam gás e poeira que podem mais tarde se tornar planetas. Com o tempo a estrela vai se contraindo até chegar a uma temperatura que possa realizar a fusão nuclear, caso não consiga massa o suficiente, ela se tornara uma anã marrom.

Há cerca de dois TRILHÕES de galáxias no universo

TRILHÕES de galáxias
Esta imagem de alta resolução do HUDF inclui galáxias de várias idades, tamanhos, tipos e cores. As pequenas galáxias avermelhadas, dentre as quase 10.000 da imagem, estão entre as mais distantes galáxias vistas por um telescópio óptico até a data, sendo que provavelmente nasceram pouco depois do Big Bang. Crédito: NASA

A nossa compreensão em escala astronômica as vezes fazem nossa cabeça doer. A nossa Galáxia é apenas mais uma no espaço. Não, não somos o centro do universo, estamos ”flutuando” por ai em um planeta como qualquer outro. Em um último estudo, astrônomos reuniram dados do telescópio espacial Hubble, e chegaram a um incrível resultado: há dez vezes mais galáxias no universo observável do que se pensava, são cerca de dois trilhões.

Quantas estrelas existem na Via Láctea?

Via Láctea
Vista panorâmica de 360 ​​graus da Via Láctea (um mosaico de fotografias montado) pela ESO . O centro galáctico está no meio da vista, com o norte galáctico. Crédito: ESO / S. Brunier

Quando olhamos para o céu noturno em uma noite longe da poluição luminosa podemos ver milhares de estrelas, a grande maioria são maiores e mais luminosas que o Sol. Mas isso não é nada comparado com o que existe em nossa galáxia, são cerca de 200 à 400 bilhões de estrelas, e muitas delas com sua família de planetas, como o nosso sistema solar.

Cadáver estelar: Anã Branca

Anã Branca
Concepção artística de uma anã branca no sistema AE Aquarii. Esta estrela é o primeiro de seu tipo conhecido por libertar pulsações de pulsar que são alimentadas por sua rotação e aceleração de partículas. Créditos: Casey Reed / NASA

Estrelas com até 10 vezes a massa do Sol se tornam anãs brancas no fim de suas vidas. Antes de se tornarem anãs brancas, essas estrelas passam por uma evolução estelar conhecida como, gigante vermelha. Sua camada de atmosfera exterior expande, e por consequência seu raio fica enorme. Depois que suas camadas exteriores são expelidas, restam então uma nebulosa planetária e a anã branca em seu centro. Essa estrela densa, tem tipicamente a massa dol Sol comprimido em um diâmetro do tamanho da terra. Teoricamente, depois de alguns bilhões de anos, a anã branca vai esfriando e se cristalizando tornando-se uma anã negra.

Cadáver estelar: Estrela de Nêutrons

Estrela de Nêutrons
Impressão artística de uma estrela de Nêutrons. Crédito: Casey Reed – Penn State University

Se uma estrela tem mais de 10 massas solares, no fim de sua vida ela ira explodir como uma supernova. O núcleo restante é possivelmente um buraco negro (estelar) ou uma estrela de nêutrons. Essas estrelas ultracompactas são tão densas que um balde da matéria dessas estrelas pesam tanto quanto o Monte Everest. Elas tem um raio pequeno, cerca de 10 km, ainda sim, tem um campo magnético bilhões ou trilhões de vezes o da terra. Também apresentam uma alta taxa de rotação, chegando a girar dezenas ou centenas de vezes por segundo.

Buracos negros

Buracos negros
Impressão artística de um buraco negro supermassivo. Crédito : NASA

Um buraco negro é uma região do espaço-tempo que nada pode escapar, nem mesmo a luz, pois a velocidade de escape de um buraco negro é maior que a velocidade da luz. É resultado da curvatura do tecido espaço-tempo segundo a Teoria da Relatividade Geral de Einstein. Segundo essa teoria, se viajarmos perto da velocidade da luz, o tempo parece passar mais de vagar para nós. O mesmo acontece com uma pessoa ”caindo” em direção a um buraco negro, enquanto outra pessoa assiste do lado de fora. Do ponto de vista do  azarado que está caindo em queda livre, o seu relógio parece passar mais devagar.

Há quatro tipos de buracos negros. Os buracos negros estelares, são resultado de estrelas supergigantes que acabam explodindo como supernovas. Buracos negros supermassivos, vivem no centro de praticamente toda galáxia. Alguns chegam a ter bilhões de massas solares. Os mini buracos negros, são predito existir no universo primordial devido a altas temperaturas e densidades, pensa-se que já poderiam ter se dispersados, mas ainda poderia haver alguns. Teoricamente, existem também os buracos negros intermediário que, teriam (se existir) massa entre os buracos negros estelares e buracos negros supermassivos.

No centro de nossa galáxia há um buraco negro de aproximadamente 4 milhões de massas solares, mas não apresenta nenhum perigo a nós devido sua distância.

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